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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Os novos posts, estão a ser colocados

 

em

 

ENFERMANDO

http://www.enfermando.blogs.sapo.pt

 

Obrigado.

publicado por 100STRESS às 18:46

Segunda-feira, 02 de Julho de 2007

 SÍNDROME DO TÚNEL CÁRPICO



É uma neuropatia resultante da compressão crónica de um nervo (quando passa por um canal estreito). Também conhecidos por síndromes compartimentais. Ocorre por compressão do nervo mediano ao nível do punho. Pode ser uni ou bilateral sendo esta mais frequente, mas muitas vezes só detectado por EMG; a unilateral localiza-se no lado dominante.


Manifestações clínicas


  1. Parestesias matinais (distribuição do nervo mediano – 3º, 4º e metade interna do 5º dedo)

  2. Pode estar presente a incoordenação motora para movimentos delicados

  3. Os sintomas são mais frequentes de manhã ou após movimentos com uso repetitivo dos punhos (conduzir; escrever; tricotar; ...)

  4. Frequentemente os sintomas irradiam para o antebraço e braço

  5. Ocorrência de formigueiro sem dor após o examinador dar pancadinhas na superfície flexora do punho (manobra de Tinnel)

  6. Teste positivo na manobra de Phalen


Complicações


  1. Tardiamente pode ocorrer atrofia tenar.


Diagnósticos de Enfermagem


  1. Dor em grau


Intervenções de Enfermagem


  1. Diminuir a dor

  1. Providenciar a aplicação de calor ou frio

  2. Administrar analgésicos

  3. Informar sobre repouso e actividade

  4. Motivar para evitar movimentos repetitivos da articulação do punho

  5. Promover medidas de repouso articular

  6. Mobilizar as articulações afectadas


Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÓNICA

 

 

 

Insuficiência Renal Crónica é um agravamento progressivo da função renal, que termina fatalmente em uremia (um excesso de ureia e outros produtos de desgaste nitrogenados no sangue) e suas complicações, a menos que sejam realizados a diálise e um transplante renal.

 Manifestações clínicas

 

Gastrintestinais – anorexia, náuseas, vómitos, soluços, ulceração do tubo gastrintestinal e hemorragia.

Cardiovasculares – alterações hipercalémicas no ECG, hipertensão, pericardite, derrame pericárdico, tamponamento pericárdico.

Respiratórias – edema pulmonar,derrames pleurais, atrito pleural.

Neuromusculares – fadiga, distúrbios do sono, cefaleia, letargia, irritabilidade muscular, neuropatia periférica, convulsões, coma.

Metabólicas e endócrinas – intolerância à glicose, hiperlipidemia, distúrbios dos hormónios sexuais produzindo diminuição da líbido, impotência, amenorreia.

Os distúrbios ácido-básicos, hidrícos, electrolíticos – geralmente retenção de sais e água, mas pode ser por perda de sódio com desidratação, acidose, hipocalemia, hipermagnesemia, hipocalcemia.

Dermatológicas – palidez, hiperpigmentação, prurido, equimose, congelamento urémico.

Anomalias esqueléticas – osteodistrofia renal levando à osteomalácia.

Hematológicas – anemia, defeitos na qualidade das plaquetas, tendências aumentadas de sangramento.

Funções psicossociais – alterações da personalidade e do comportamento, alterações dos processos cognitivos.

 

Complicações 

Morte

 

Diagnósticos de Enfermagem 

Excesso de volume de líquido, devido ao processo patológico.

Nutrição alterada (inferior às exigências corporais), devida a anorexia, náuseas, vómitos e dieta restritiva.

Integridade cutânea prejudicada, devida ao congelamento urémico e alterações nas glândulas oleosas e sudoríparas.

Constipação devida à restrição de líquidos e ingestão de agentes fixadores de fosfato.

Risco de lesão enquanto está a andar, devido ao potencial de fracturas e caimbras musculares, relaccionado à deficiência de cálcio.

Não-aceitação do esquema terapêutico, devida às restrições impostas pela IRC e seu tratamento.

 

Intervenções de Enfermagem 

Manter o equilíbrio hidroelectrolítico.

Igual à insuficiência renal aguda.

Manter o estado nutricional adequado.

Igual à insuficiência renal aguda.

Manter a integridade cutânea.

Manter a pele limpa enquanto alivia o prurido e ressecamento.

a. Sabão neutro.

b. Bicarbonato de sódio adicionado à água do banho.

c. Banhos de aveia.

d. Óleo de banho adicionado à água do banho.

Aplicar pomadas ou cremes para o conforto e para aliviar o prurido.

Manter as unhas curtas e aparadas a fim de evitar escoriações.

Manter o cabelo limpo e humedecido.

Administrar medicamentos para o alívio do prurido, quando indicado.

Evitar a constipação.

Ficar atento a que os fixadores de fosfato produzem constipação e que esta pode ser tratada com intervenções habituais.

Estimular dieta rica em fibras lembrando-se do teor de potássio de algumas frutas e vegetais.

a. Podem-se prescrever suplementos comerciais de fibras.

b. Usar emolientes fecais, conforme prescrito.

c. Evitar laxativos e catárticos que produzem intoxicações electrolíticas (compostos contendo magnésio ou fósforo).

d. Aumentar a actividade conforme a tolerância.

Garantir um nível seguro de actividade.

1. Monitorizar os níveis de cálcio e fosfato séricos; vigiar quanto a sinais de hipocalcemia e hipercalcemia.

2. Inspeccionar a marcha do paciente, a faixa de movimento e a força muscular.

3. Administrar analgésicos conforme prescrito e proporcionar massagem para as caimbras musculares intensas.

4. Monitorizar as radiografias e cintigrafias ósseas quanto a fracturas, desmineralização óssea e depósitos articulares.

5. Aumentar a actividade, conforme a tolerância – evitar a imobilização porque ela aumenta a desmineralização óssea.

6. Administrar medicamentos conforme prescrito.

Medicamentos fixadores de fosfato, tais como o hidróxido de alumínio (Amphojel) ou carbonato de cálcio (Oscal), nas refeições e lanches, para diminuir o fósforo sérico.

Suplementos de cálcio – entre as refeições para aumentar o cálcio sérico.

Vitamina D – aumenta a absorção e utilização de cálcio.

Aumentar a compreensão e a aceitação do esquema de tratamento.

7. Preparar o paciente para diálise ou transplante renal.

8. Oferecer esperança de acordo com a realidade.

9. Avaliar o conhecimento do paciente a respeito do esquema terapêutico, bem como as complicações e temores.

10. Explorar alternativas que possam reduzir ou eliminar os efeitos colaterais do tratamento.

Ajustar o esquema de tal modo que se possa conseguir o repouso após a diálise.

Oferecer pequenas refeições mais frequentes para reduzir as náuseas e facilitar a administração de medicamentos.

11. Estimular o reforço para o sistema de apoio social e mecanismos de adaptação para diminuir o impacto do stress da doença renal crónica.

12. Fornecer indicações de assistência social.

13. Comprometer-se com o paciente sobre alterações comportamentais, quando não concorda com o tratamento, ou controlar a doença subjacente.

14. Discutir as opções da psicoterapia de apoio para a depressão.

15. Deixar que o paciente tome certas decisões.

16. Encaminhar os pacientes e os membros da família para os departamentos de apoio renal.


Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Comemora-se hoje em Portugal o Dia Nacional da Luta Contra a Dor.

Portugal é o único país Europeu, e provavelmente do Mundo, que celebra um Dia Nacional de Luta Contra a Dor, o qual foi instituído em 1999 pelo despacho nº 10324/99 de 30 de Abril.

A dor crónica afecta 1,6 milhões de pessoas, segundo um estudo a divulgar esta quinta-feira, Dia Nacional de Luta Contra a Dor. Para o chefe da Unidade de Dor do Hospital de S. João, os fármacos utilizados na dor crónica deviam ser mais comparticipados...


Uma palavra de conforto transmitindo muita força áqueles a quem a dor persegue.

publicado por 100STRESS às 21:37


 

Tenho estado doente... sem qualquer forma de chegar ao nosso Blog de Enfermagem.

Desculpem-me.

publicado por 100STRESS às 21:28

Terça-feira, 05 de Junho de 2007

Lisboa, 05 Jun (Lusa) - O Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS), que visa controlar os riscos ambientais para a saúde, é apresentado hoje em Lisboa e insere-se num conjunto de iniciativas destinadas a assinalar o Dia Mundial do Ambiente.

O projecto é apresentado pelos Ministérios da Saúde e do Ambiente e visa melhorar a eficácia das políticas de prevenção, controlo e redução de riscos para a saúde com origem em factores ambientais, promovendo a integração do conhecimento e a inovação.

(..)

Cerca de 700 alunos e professores de escolas da capital participam, entretanto, na Marcha Ecológica pela reciclagem e preservação da limpeza da cidade, iniciativa que terá início e fim na Praça do Comércio, passando pela Rua da Prata, Rossio e Rua do Ouro.

Durante o percurso os alunos vão distribuir à população folhetos realizados nas próprias escolas e exibirão faixas e cartazes de apelo à protecção do ambiente.

MZS.

Lusa/Fim

 

In Lusa Notícias.Sapo

publicado por 100STRESS às 18:01

Segunda-feira, 04 de Junho de 2007

O bronzeado está sempre na moda... mas é uma moda que pode trazer graves problemas de saúde e conduzir à morte.

Hoje dia 4 de Junho comemora-se o Dia da Prevenção do Cancro da Pele.

É a pensar nos dias de calor que se aproximam que se assiste a esta campanha inserida no Dia Nacional de Prevenção do Cancro de Pele, que este ano se assinala a 4 de Junho, integrado na iniciativa europeia Euromelanoma.

O objectivo é alertar para o risco da exposição excessiva ao sol, que contempla o despiste do cancro cutâneo.

Aos conselhos juntam-se os rastreios, feitos mediante inscrição, em vários hospitais nacionais.

 

 

A lista das instituições aderentes pode ser consultada na página da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (ou directamente aqui em PDF).

publicado por 100STRESS às 17:38

Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

 

www.portugalsemfumo.org

AQUI

publicado por 100STRESS às 22:55


Para quem não tenha o hábito de passar pela página do Sindicato dos Enfermeiros, deixo aqui um texto transcrito da mesma e datado de 18 de Maio de 2007.

A quem possa interessar:

 

"Temos recebido no Sindicato alguns pedidos de apoio para (combater) a proposta da Ordem dos Enfermeiros.

Como é do conhecimento geral, somos a favor de que a formação especializada deve ser feita fora das escolas, porque estas não têm possibilidades de formar nessa área.

 

Além disso é dispendiosa e não reverte a favor dos Enfermeiros directamente, mas sim das instituições públicas.

A OE precisa de que lhe sejam atribuídas as competências de reconhecimento da formação dos Enfermeiros, sobretudo a formação pós-graduação.

Sem essa competência fica circunscrita a registar Enfermeiros e a receber quotas, elevadas, aliás, para estes tão insignificantes serviços, se excluirmos o de aplicar castigos. Tempos houve em que as escolas eram o reduto formativo dos Enfermeiros.

Com a recusa de os docentes de Enfermagem irem reciclar os seus conhecimentos aos campos de trabalho, o que aconteceu em 1983, quando abateram por influências políticas, essa possibilidade determinada no que seria o Art.º 6º do DL 384-83 (de 3 em 3 anos os docentes deviam cumprir 6 meses de exercício prático), mas retirado, um tanto abusivamente, pelo então ministro da Saúde, Maldonado Gonelha, que sucedeu a Luís Barbosa.

Todo o nosso ensino sofre desta falha dos docentes. Por isso, a sua insistência em quererem continuar a fazer especialistas predominantemente teóricos é continuar num erro crasso que não se justifica, hoje.

Os licenciados de Enfermagem têm o direito de, fora da faculdade, como os outros licenciados, continuarem livremente a investigação que os conduza a novas especializações na área do saber da experiência feito. Para a formação bibliográfica têm o curso de base, com a perigosa tendência para a supremacia da teoria sobre a prática.

O que está em causa é se o exercício da Enfermagem deve ser controlado pela Ordem dos Enfermeiros, criada para esse fim, ou se deve continuar a ser feito nas escolas de Enfermagem, de forma veladamente disfarçada, através de formação que lhe não compete, em essência.

Também defendemos que o título de Enfermeiro deve ser atribuído quando se termina o curso de licenciatura em Enfermagem.

Em síntese: defendemos o que a experiência demonstre ser melhor para a Enfermagem e para os Enfermeiros, cada vez mais libertos de exploração e de exploradores, disfarcem-se estes do que se disfarçarem.

O nosso conselho é que cada um pense por si, em função da realidade que temos, evitando manipulações torpes e impróprias de pessoas de bem.

Lutamos muito para que a Enfermagem viesse a ser o que é. Tornou-se num “pitéu” tão apetecível e valioso que todos a querem comer. Atenção, pois, aos predadores!"

 

O original AQUI



 
 
Podem ocorrer doenças dos pulmões em várias profissões, como resultado da exposição a poeiras orgânicas ou inorgânicas (minerais) e gases nocivos. As pneumopatias ocupacionais mais comuns são:
         Silicose – é uma fibrose pulmonar crónica causada pela inalação de pó de sílica.
         Asbestose – é uma fibrose intersticial difusa do pulmão causada pela inalação de pó e partículas de amianto.
         Pneumoconiose do Mineiro do Carvão (PMC; “pulmão negro”) – é uma variedade de doenças respiratórias encontradas em mineiros de carvão, na qual há acumulo de pó de carvão nos pulmões, o qual determina uma reacção tecidual.
 
 
1.    Tosse crónica; produtiva na silicose e na PMC.
2.    Dispneia aos esforços; progressiva e irreversível na asbestose e na PMC.
3.    Susceptibilidade a infecções respiratórias baixas.
4.    Estertores em ambas as bases do pulmão na asbestose.
5.    Expectoração de quantidades variáveis de um líquido negro na PMC.
 
 
1.    Insuficiência respiratória.
2.    Cancro do pulmão.
 
 
A.   Padrão Respiratório Ineficaz devido à restrição provocada pelo parênquima pulmonar fibrosado.
B.    Deficiência na Troca Gasosa devida ao parênquima pulmonar fibrosado e às secreções.
 
 
A.   Melhorar o padrão respiratório.
1.    Administrar oxigenoterapia, se necessária.
2.    Administrar broncodilatadores ou ensinar a sua auto-administração, conforme solicitado.
3.    Incentivar a interrupção do tabagismo.
B.    Promover a Troca Gasosa.
1.    Incentivar a mobilização das secreções através da hidratação e de exercícios respiratórios e da tosse.
2.    Aconselhar o paciente a reduzir o ritmo das actividades para evitar a exaustão.


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