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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007

 
 
         Gota é um distúrbio do metabolismo das purinas caracterizado por níveis elevados do ácido úrico e deposição de urato (geralmente na forma de cristais) nas articulações e outros tecidos.
 
 
A.   Artrite Gotosa Aguda
1.    Geralmente afecta uma articulação – com frequência, a primeira articulação metatarsofalangiana é chamada podagra.
2.    Outras articulações podem ser afectadas, tais como tornozelo, társicas, joelho; as extremidades superiores são menos atingidas.
3.    Dor, calor, hiperemia e edema do tecido adjacente à articulação comprometida.
4.    Pode ocorrer febre.
5.    Início súbito dos sintomas; a intensidade é grave.
6.    A duração dos sintomas é autolimitada; dura de 3 a 10 dias sem tratamento.
B.    Gota Tofosa Crónica
1.    Ocorre quando a gota aguda é tratada de maneira inadequada ou não é tratada.
2.    Caracteriza-se pelo aparecimento de tofos ou depósitos de ácido úrico em e ao redor de articulações, cartilagem e tecidos moles.
3.    A artrite é de natureza mais crónica, com as crises isoladas sendo menos comuns.
4.    A artrite pode determinar erosões ósseas e deformidades subsequentes que podem lembrar a AR.
C.   Doença Renal
1.    Causada pela hiperuricemia (elevação persistente do ácido úrico no sangue).
2.    Os cálculos renais são compostos de ácido úrico.
3.    Depósito de ácido úrico no tecido renal.
 
 
1.    Cálculo renal de ácido úrico.
2.    Nefropatia do urato.
3.    Artrite erosiva, deformante.
 
 
A.   Dor relacionada com a artrite aguda.
B.    Mobilidade física deficiente devida à artrite.
 
A.   Aliviar a dor
1.    Administrar medicamentos que aliviam a dor e ensinar a sua auto-administração, conforme prescritos.
2.    Incentivar boa ingesta de líquidos para ajudar na excreção do ácido úrico e reduzir a possibilidade de formação de cálculos.
3.    Instruir o paciente sobre a necessidade de tomar os medicamentos prescritos de maneira regular, porque as interrupções no tratamento podem precipitar crises agudas.
B.    Facilitar a mobilidade
1.    Elevar e proteger a articulação afectada durante a crise aguda.
2.    Ajudar nas actividades diárias.
3.    Incentivar exercício e a manutenção de uma actividade rotineira na gota crónica, excepto durante as crises agudas.
4.    Proteger os tofos que estejam drenando, cobrindo e aplicando pomadas de antibiótico, conforme necessárias.


TUBERCULOSE PULMONAR

 

 
A Tuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria (Mycobacterium tuberculosis) que geralmente se dissemina de pessoa para pessoa através do ar. Costuma infectar o pulmão, mas pode ocorrer em praticamente todos os locais do organismo. A incidência de tuberculose está aumentando, em especial as variedades resistentes a drogas. Os pacientes infectados pelo HIV correm risco especial.
 
 
         O paciente pode estar assintomático ou apresentar sintomas insidiosos que são ignorados.
  1. Sintomas constitucionais.
    1. Fadiga, anorexia, perda de peso, febrícula, sudorese nocturna, indigestão.
    2. Alguns pacientes têm uma enfermidade febril aguda, calafrios, sintomas gripais generalizados.
  2. Sinais e sintomas pulmonares.
    1. Tosse (de início insidioso) que aumenta de frequência e produz escarro mucóide ou mucopurulento.
    2. Hemoptise; dor torácica; dispneia (indica comprometimento extenso)
  3. Tuberculose extra pulmonar: O Mycobacterium pode infectar qualquer órgão do corpo, incluindo pleura, linfonodos, trato geniturinário, ossos/articulações, peritoneu, sistema nervoso central.
 
 
  1. Derrame pleural.
  2. Pneumonia tuberculosa.
  3. Comprometimento de outro órgão pela tuberculose.
 
 
A.   Padrão Respiratório Ineficaz devido à diminuição da capacidade pulmonar.
B.    Risco de transmissão da Infecção devido à natureza do paciente e aos sintomas do paciente.
C.   Alteração da Nutrição: menor que as necessidades do organismo, devido à inapetência, fadiga e tosse produtiva.
D.   Não-complacência ao tratamento por falta de motivação e porque a terapia é prolongada.
 
 
A.   Melhorar o padrão respiratório
1.    Administrar e ensinar a auto-administração dos medicamentos prescritos.
2.    Incentivar o repouso e a eliminação do esforço.
3.    Monitorizar os sons respiratórios, frequência respiratória, produção de escarro e dispneia.
4.    Fornecer oxigénio suplementar conforme prescrito.
 
B.    Impedir a transmissão da infecção
1.    Saber que a tuberculose é transmitida por gotículas ou secreções respiratórias.
2.    Providenciar a hospitalização do paciente em um quarto com pressão negativa, para impedir que gotículas respiratórias deixem o aposento quando a porta estiver aberta.
3.    Reforçar que toda a equipe e visitas devam usar máscaras padronizadas contra poeira/névoa/fumaça (Classe C) para fazer qualquer contacto com o paciente.
4.    Usar uma máscara com alta eficiência contra partículas, tal como a máscara Hepafilter, nos procedimentos de grande risco, como aspiração, broncoscopia ou tratamentos com pentamadina.
5.    Usar as precauções Universais para protecção adicional: capotes e luvas para qualquer contacto directo com o paciente, suas roupas ou seus utensílios no quarto, lavagem meticulosa das mãos e assim por diante.
6.    Ensinar ao paciente o controle da disseminação da infecção através das secreções.
a.    Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel dobrado quando tossir/espirrar. Não espirrar directamente nas mãos.
b.    Lavar as mãos depois de tossir/espirrar.
c.    Descartar logo os lenços de papel em uma bolsa plástica fechada.
 
C.   Melhorar o Estado Nutricional
1.    Incentivar e explicar a importância da ingestão de uma dieta nutritiva para promover a cura e para melhorar as defesas contra a infecção.
2.    Providenciar pequenas refeições frequentemente e suplementos líquidos durante o período sintomático.
3.    Monitorizar o peso.
4.    Administrar os suplementos vitamínicos prescritos, em especial a piridoxina (vitaminaB6), para impedir a neuropatia periférica nos pacientes em uso de isoniazida.
 
D.   Evitar a desobediência
1.    Ensinar ao paciente a etiologia, a transmissão e os efeitos da tuberculose. Realçar a importância de continuar tomando o medicamento pelo tempo prescrito, porque os bacilos multiplicam-se muito lentamente e, assim, só podem ser irradicados no decorrer de um longo período de tempo.
2.    Rever os efeitos colaterais do tratamento medicamentoso. Perguntar ao paciente sobre toxicidades comuns das drogas que estão sendo usadas e realçar a comunicação imediata, caso ocorram.
3.    Participar observando se realmente o paciente está a tomar a medicação, contar semanalmente os comprimidos ou outros programas destinados a aumentar a obediência ao tratamento para a tuberculose.
4.    Investigar as condições de vida, a disponibilidade de transporte, o nível financeiro, o consumo de álcool e drogas e a motivação, que podem afectar a obediência ao acompanhamento e ao tratamento. Iniciar encaminhamentos à assistente social para intervenções nestas questões.
 
 


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Ouu..Muito bom o seu blog..vs tá de parabénns
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